O carnaval ainda nem chegou e já está causando a maior polêmica. Esta semana, a notícia de que Virginia Fonseca irá ser a Rainha de Bateria da Grande Rio pegou todos de surpresa e a possível escolha foi bastante criticada. A Influenciadora, por sua vez, despistou sobre ser a substituta de Paolla Oliveira à frente da Bateria.
“Não sei… Nada confirmado ainda… Vamos ver. Se é para ser, vai ser, Deus abençoe”, disse Virginia ao ser questionada durante o Evento Rancho do Maia, realizado pelo Influenciador Carlinhos Maia, por um Repórter do Portal Leo Dias.
O nome de Virginia Fonseca foi levantado como o mais certo para substituir Paolla Oliveira à Frente da Bateria da Escola, mas a informação não está sendo bem recebida pelos torcedores da Agremiação de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Nas Redes Sociais da Escola, todas as publicações mais recentes estão sendo bombardeadas de críticas a escolha e pedido de explicações. Até o momento, a Escola não se pronunciou oficialmente e também não soltou nenhuma nota acerca do assunto.
“Virgínia não nos representa. Acredito que por mais que a decisão final seja dos Presidentes, somos a Escola e estamos lá dando o nosso melhor e merecemos uma Rainha digna e que pelo menos saiba onde fica Caxias”, desaprovou uma. “Não queremos Virgínia como rainha!!”, esbravejou outra. “Cadê a nota explicando que é fake news a notícia da nova rainha de bateria”, pediu mais uma. “Só queria lembrar que Virgínia como Rainha de bateria NÃO REPRESENTA a população e comunidade caxiense”, comentou outra.
Vale lembrar que o nome da Influenciadora está envolvido na grande polêmica da CPI das Bets. Virginia foi convocada como testemunha, por conta dos trabalhos publicitários que realiza para empresas de jogos de azar, e vem sendo bastante reprovada por continuar divulgado as bets.
Em 2026, a Escola de Caxias vai trazer para a Avenida a cultura pernambucana, através do movimento conhecido como Mangue Beat, que tem Chico Science como seu principal líder.
“Ouça o som dos sintetizadores, sinta o chamado dos tambores, erga os seus estandartes. É hora da revolução… Renascer da lama! Nós somos da periferia, das margens, do manguezal. Em breve vocês vão entender que a batida que vem dos mangues é um manifesto da nossa identidade”, postou a Escola no Instagram sobre o Enredo.
Redes Sociais/Grande Rio – RJ














