A Mocidade Alegre segue colecionando números expressivos. Campeã do Carnaval 2026, a “Morada do Samba” conquistou seu terceiro título do Grupo Especial em quatro anos, chegando à 13ª conquista de sua história, apenas duas taças atrás do maior Campeão do Carnaval paulistano. Desde que Solange Cruz Bichara Rezende assumiu a Presidência, em 2004, já são nove títulos na conta. Para entender os Pilares dessa dinastia consolidada com o Enredo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”.
Humildade e inteligência
Questionada sobre a hegemonia da Escola em relação às Coirmãs, Solange manteve os pés no chão e respondeu com o bom humor de sempre: “Eu não sei se é justo chamar esse momento da Mocidade Alegre de Dinastia. Vocês é que sabem, porque depois vão falar que eu sou esnobe, e eu não sou. Estou na minha, sossegadona”, disse, em tom descontraído.
Pouco depois, entretanto, a Dirigente destacou o rigor técnico da Agremiação frente às normas do concurso: “O segredo é que regulamento é para ser estudado e a parte técnica também. Quando pegamos o regulamento, vemos que as normas e as regras mudam, mas entendemos que temos que andar com ele debaixo do braço. A outra parte vem da Comunidade: eles colocam a alegria, o impacto e tudo o que se espera na avenida”, comentou.
Novo campeão
Se o topo do Pódio já é território conhecido para a Mocidade, o Título de 2026 marcou a primeira vitória de Caio Araújo como Carnavalesco da Escola. Solange fez questão de elogiar o Profissional e a troca produtiva durante a construção do Projeto: “Avaliamos o trabalho do Caio muito bem, graças a Deus. Gostamos de lançar talentos, de trabalhar com pessoas novas; pessoas com quem possamos dialogar e que também nos ouçam. Temos esse costume e o Caio aderiu, o que foi muito positivo para todos. Quando a Escola consegue ter esse diálogo, o resultado é um trabalho legal”, finalizou.
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